As Fintechs vieram para transformar o jeito que as pessoas se relacionam com o mercado financeiro

Vamos te explicar como o segmento de fintechs tem mudado a relação da sociedade com o mercado financeiro e como a regulamentação do Banco Central pode contribuir para isso.

Na última análise realizada pelo Banco Mundial indicou que a inclusão financeira é um dos pontos chaves para reduzir a pobreza, assim como para promover um crescimento econômico inclusivo. O estudo também revelou que metade da população global ainda não tem acesso a uma conta bancária. A fim de tentar amenizar o problema, o Banco Mundial traçou uma meta de incluir, até 2020, um bilhão de pessoas no sistema financeiro. E tal inclusão será feita por meio de serviços oferecidos pelos celulares e meio digitais – ou seja, com um forte engajamento de fintech – empresa que promove inovação no mercado financeiro por meio do uso intenso de tecnologia.

Como chegaram a essa conclusão? Vamos te explicar, o movimento de expansão e fortalecimento das fintechs no mundo tem repercutido – e muito – na interação da população com o mercado financeiro. Nós, brasileiros, temos como referência o Reino Unido, que aumento em um curto período o número de empregos em fintechs superando a quantidade de vagas em bancos tradicionais em quase 10% nesse período, reforçando a força e expansão do setor

No Brasil, o movimento tem ganhado força e expansão. De 2017 para 2018, o número de empresas desse setor cresceu 26%. Além disso, estima-se que existam mais de 400 fintechs no país – sendo que a maior parte delas atua em meios de pagamento, crédito e negociação de dívidas.

Normatização de Fintech

O ano de 2018 foi bem positivo para o setor, em 2019 a expectativa vem sendo ainda maior. Isso porque no ano passado, o governo federal autorizou a participação estrangeira em até 100% no capital social das instituições autorizadas pelo Banco Central a operarem no sistema financeiro nacional. Sem entraves à participação internacional no segmento, as empresas aguardam, agora, mais engajamento e aportes de fundos.

Além disso, em abril de 2018 o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou as resoluções nº 4.656 e nº 4.657, que regulamentaram as operações dessas empresas como instituições financeiras. A medida, então, abriu a possibilidade das fintechs terem o direito de atuar como Sociedade de Crédito Direto (SCD), ou como Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP).

O mercado brasileiro está mais maduro

A maneira como se consomem serviços mudou no mundo inteiro. E em qualquer tipo de serviço: de transporte até o setor financeiro (onde fintech se destaca). Tínhamos um serviço de transporte muito ruim em geral em grandes cidades e hoje há uma série de iniciativas que estão mudando isso. Medidas que vão desde aplicativos de táxi, Uber, até mesmo bicicletas e patinetes. Foram criadas uma série de coisas para resolver o problema de transportes nas grandes cidades. E fintech é isso no setor financeiro – onde temos problemas de concentração e de serviços inadequados. A realidade está mudando. Hoje, o cliente conta com mais opção de produtos que não são oferecidos pelos grandes bancos.

As fintechs têm melhorado a forma de atender e servir os clientes.

O que acontece hoje no mundo como um todo é que não é mais a instituição que manda como o cliente vai se relacionar com ele. Hoje é o cliente que escolhe. Se ele quiser ir na loja, ele vai. Se quiser comprar online, ele comprará pela internet. Essa dinâmica facilita muito e empodera muito o cliente em relação ao sistema financeiro como um todo. E o movimento fintech captura isso muito bem. A maneira de se relacionar é diferente.


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