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Alternador do carro: como funciona

O que é o alternador do carro e como ele funciona?

Você sabe o que é o alternador do veículo e qual a sua importância para o bom funcionamento do carro? Neste artigo, fique por dentro sobre qual a função do alternador e quais são os sinais de que algo pode estar errado com este componente.

Ainda: além da correia do alternador, conheça as partes importantes deste componente, a relação do alternador com o motor (e os motivos dessa tabelinha ser campeã), os potenciais defeitos que podem aparecer e quando é necessário trocar o alternador. 

– O que é o alternador do carro? 

– Partes do alternador 

– Qual a função do alternador no carro? 

– Relação entre alternador e a bateria do carro 

– Defeitos comuns no alternador do carro 

– Quando trocar o alternador? Quanto custa?

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O que é o alternador do carro? 

O alternador do automóvel é o componente responsável pela conversão de energia mecânica em energia elétrica, de modo a ser fundamental para o funcionamento adequado do carro. Cabe também ao alternador a função de carregar a bateria do veículo.

Desse modo, o alternador automotivo alimenta os equipamentos elétricos instalados no veículo, além do sistema de ignição eletrônica nas situações em que o motor estiver funcionando. 

Para trabalhar, o alternador faz uso de uma correia (ele é movido por ela) e precisa de uma rotação, que varia de modelo para modelo – é desta forma que o alternador começa a gerar eletricidade.  

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Partes do alternador 

A seguir, conheça cada uma das partes de um alternador:

  • Estator: é de suma importância ao alternador, pois é ele quem gera a corrente elétrica. É formado por três bobinas, que ficam sujeitas ao campo magnético do rotor. 
  • Rotor: sua função é gerar um campo eletromagnético, que, por sua vez, irá induzir a corrente alternada no estator. É formado por bobinas, eixo e garras polar. 
  • Polia: é responsável pelo contato com a correia do motor, que aciona o eixo e conduze a energia mecânica para o alternador.
  • Mancal dianteiro: sua função é dar suporte ao rotor e ao estator. Ele garante que o alternador do veículo permaneça fixo no bloco do motor. Cabe ao mancal dianteiro garantir que o alternador suporte as vibrações durante o processo. 
  • Regulador: trata-se do responsável por manter a tensão regulada dentro dos parâmetros estabelecidos – entre 13,6v e 14,8 v. O regulador reduz ou aumenta a tensão no alternador, conforme for necessário. É formado por escova, módulo eletrônico e capacitor. 
  • Ponte retificadora: cabe a esta parte transformar (retificar) a tensão alternada em tensão contínua. Esse processo de retificação é feito pelos diodos (componentes eletrônicos que permitem a passagem da corrente elétrica apenas em um sentido).
  • Capô plástico: sua função é proteger os contatos elétricos da ponte retificadora. No momento da revisão do alternador, esta peça evita que os terminais elétricos sejam danificados. 

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Saiba mais sobre o regulador de voltagem do alternador.

Trata-se de um dispositivo eletrônico que ajusta a tensão de saída de energia do alternador para a bateria. Ele funciona com carga de 10% a 15% maior que a tensão de saída. Desse modo, a carga ficará sempre entre 13,8V e 14,8V, em um circuito elétrico de 12 volts padrão. 

O alternador gira acompanhando o motor, de modo a gerar energia de acordo com a variação da rotação, com tensão média de 14,4V. É nesta etapa que o regulador faz com que a tensão varie menos, de modo a evitar danos ao sistema elétrico do carro. 

Qual a função do alternador no carro? 

É importante que o condutor saiba que, quando a ignição é acionada, a bateria do veículo passa a fornecer a carga para que o motor dê partida. A bateria também alimentará componentes como vidros, limpadores, faróis, além do sistema de som e da injeção eletrônica. Ou seja, são muitas tarefas acumuladas – e que consome energia rapidamente.

Neste processo, a conversão de energia realizada no alternador do automóvel tem como função atender parte da demanda acima explicada, além de recarregar a bateria enquanto o carro está em movimento. Assim, assegura-se a carga suficiente para acionar o motor de ignição sempre que for necessário ligar o veículo automotor. 

Para que este processo possa ocorrer, o seguinte caminho deve ser feito:

  • O motor do automóvel deve girar uma correia conectada à polia do alternador.
  • Desse modo, será aplicada a energia mecânica ao alternador, ao mesmo tempo que receberá energia da bateria, de modo a criar um campo magnético entre as bobinas do rotor e do estator.
  • Por intermédio do eletromagnetismo gerado no conjunto, ocorre a conversão da energia mecânica em elétrica. 
  • Neste processo, o estator passa uma corrente alternada para as placas de diodo, que, por sua vez, transformam para a corrente contínua – passam pelo regulador de voltagem para restringir a tensão na faixa de trabalho do sistema elétrico do carro, comumente, entre 13,6 e 14,4 V.

 

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Relação entre alternador e a bateria do carro 

Considerando um alternador em perfeitas condições e desempenho esperado, é importante saber que a energia gerada no processo é redistribuída ao sistema elétrico do carro. 

Desse modo, este sistema será o responsável por alimentar os componentes eletrônicos variados que existem no automóvel, além de recarregar a bateria do veículo durante o tempo que o carro estiver em movimento.

Portanto, fica fácil perceber que o alternador e a bateria do veículo são componentes interligados, porém desempenham papeis complementares e diferentes no sistema elétrico do carro.

Vamos a pena destacar de novo:

  • Alternador: tem como função gerar eletricidade necessária para alimentar os diferentes sistemas elétricos do veículo, além de recarregar a bateria enquanto o motor estiver funcionando (ou seja, o carro em movimento). É composto por rotor e estator (que geram uma corrente alternada, que, por sua vez, é convertida em corrente contínua e distribuída para os sistemas elétricos do veículo e para a bateria).
  • Bateria: sua responsabilidade é armazenar a energia elétrico necessária para dar partida no motor e alimentar os sistemas elétricos do veículo, nas situações nas quais o motor não estiver funcionando ou quando o alternador não estiver gerando eletricidade suficiente. Cabe ainda à bateria estabilizar a voltagem do sistema elétrico do automóvel.

Resumidamente: se por um lado o alternador está gerando eletricidade necessária para alimentar o automóvel e carregar a bateria, por outro, a própria bateria está armazenando energia elétrica necessária para dar partida no motor, além de alimentar os sistemas elétricos do automóvel, quando o alternador não estiver funcionando. 

É com o trabalho conjunto do alternador com a bateria que o sistema elétrico do veículo se manter, de modo a funcionar adequadamente. 

Defeitos comuns no alternador do carro 

Você já percebeu que o alternador do veículo é de suma importância para o seu bom funcionamento, não é mesmo, amigo condutor? Este desempenho esperado do alternador envolve o contato direto entre as peças mecânicas e os componentes elétricos, que, por sua vez, trabalharão direto quando o carro estiver em movimento.

Diante deste processo, é de se esperar que haja desgaste das peças e dos componentes ao longo do tempo. E dá para perceber rapidamente quando há problema no alternador, afinal, a bateria não terá a recarga completa e será mais exigida enquanto o carro estiver em movimento (tempo de atividade). 

Se o motorista passar pela desagradável situação de bateria arrida, saiba que um dos possíveis problemas é o mau funcionamento do alternador. Se não há energia para alimentar os componentes elétricos do automóvel, os sistemas que dependem da energia sofrerão danos. Ou seja, haverá dores de cabeça e também no bolso do proprietário do carro.

Conheça alguns dos problemas mais comum no alternador:

  1. Demanda excessiva.
  2. Escovas desgastadas no rotor.
  3. Defeito na mesa retificadora.
  4. Regulador de voltagem defeituoso.
  5. Correia frouxa ou rompida.
  6. Desgaste nos rolamentos. 
  7. Problemas no estator.

Quando trocar o alternador? Quanto custa?

Tanto o alternador quanto a bateria devem passar por revisões periódicas. Ter os cuidados recomendados no manual do proprietário do veículo é fundamental para garantir o bom desempenho do carro. Assim, é possível evitar panes elétricas e garantir que o veículo esteja sempre disponível para atender às suas necessidades pessoa e profissionais.

O valor médio do alternador para automóveis pode variar a depender do modelo do carro e do fabricante deste componente. No geral, o preço fica entre R$600 e R$2.000, considerando-se a peça inteira.

Sempre que houver problema no funcionamento do veículo, o recomendável é que o motorista leve o automóvel até uma oficina mecânica de confiança, para uma avaliação profissional. A depender do problema no alternador, é possível que a troca seja apenas de um ou alguns componentes internos – uma saída que pode tornar a reparação mais barata. 

Conheça os três principais tipos de alternadores.

  • Alternador com base no tipo do projeto: é possível encontrar alternadores do tipo garra ou compacto. O mais tradicional é o garra, que apresenta os polos da bobina do rotor em forma de garra. Quando os polos ficam sob ação do campo magnético, eles formam o polo Norte e Sul. A ventoinha de ventilação localiza-se no lado externo. Por sua vez, o alternador compacto apresenta dimensão reduzida, de modo que este componente tem melhor desempenho do que os outros tipos, já que gira mais rapidamente, com a mesma velocidade. A ventoinha localiza-se no lado interno. 
  • Alternador com base na parte rotativa: nesta opção há dois modelos. O alternador com induzido rotativo, adotado em dispositivos de baixa potência, é um modelo não muito comum no mercado. E o alternador com campo rotativo, localizado no rotor e realiza movimento giratório.
  • Alternador com base na quantidade de fases de saída: há três opções – o alternador pode ser monofásico, bifásico ou ainda trifásico.

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