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Manutenção de caminhão: como fazer, tipos e boas práticas

Saiba quais são os cuidados necessários para a manutenção preventiva caminhão e a importância dos cuidados periódicos para o bom desempenho do veículo.

Coloque seu cinto de segurança, embarque nessa com a Zapay e fique por dentro sobre a manutenção de caminhão.

– Tipos de manutenção de caminhão 

– Manutenção corretiva 

– Manutenção preventiva 

– Manutenção preditiva 

– Com que frequência é feita a manutenção de caminhão? 

– Quanto custa a manutenção de um caminhão? 

– Boas práticas e recomendações para manutenção de caminhão 

– Verifique os pneus 

– Troque os filtros periodicamente 

– Cheque o óleo do motor 

– Preste atenção na fumaça do escape 

– Fique atento a ruídos no sistema de transmissão 

– Verifique a refrigeração do motor 

– Confira faróis e sinalização 

– Faça revisão dos freios 

– Verifique as condições do escapamento 

– Dê atenção aos acoplamentos 

– Cuide da embreagem 

– Revise a suspensão 

– Troque as palhetas do limpador 

– Verifique e teste o sistema elétrico 

– 7 mitos e verdades sobre a manutenção de caminhão 

– Dirigir em ponto morto economiza combustível?

– O motor precisa aquecer? 

– Válvula termostática atrapalha o funcionamento do motor? 

– O aditivo da água do radiador é desnecessário? 

– Óleo de mamona evita corrosão do chassi? 

– Acelerar ao ligar é bom para o motor? 

– É bom dar uma acelerada antes de desligar?

Dicas da Zapay: confira mais informações sobre a importância do freio de caminhão.

Tipos de manutenção de caminhão 

O amigo caminhoneiro pode contar com alguns tipos de manutenção para que seu veículo esteja sempre em dia e com bom desempenho. Confira mais informações sobre os três principais tipos de manutenção de caminhão nos tópicos a seguir.

Manutenção corretiva 

Como o próprio nome entrega, a manutenção preventiva é feita quando uma peça ou algum sistema do caminhão falha, de modo a precisar de reparos ou ainda de substituições.

Tal manutenção costuma custar mais caro que a manutenção preventiva, por exemplo, de modo que pode levar o veículo a um período de inatividade, o que pode resultar em atrasos e custos adicionais.

Dicas da Zapay: fique por dentro de cuidados que todos os caminhoneiros deveriam ter.

Manutenção preventiva 

Esse é o tipo de manutenção em que o amigo motorista segue o cronograma de revisões sugerido pelo fabricante. Ele é encontra no manual de instruções do veículo, junto com informações sobre a vida útil das peças.

Assim, dá para saber depois de quanto tempo ou quilometragem será necessário trocar algum componente.

Seguindo esses passos, é possível prevenir problemas mais graves. Isso porque você pode substituir a peça que está com maior desgaste antes que ele vire um problema de verdade, com falhas no meio da estrada, por exemplo.

A manutenção preventiva é uma forma de prever as condições do veículo e planejar as intervenções necessárias para conservar seu bom funcionamento.

Importante frisar que se trata de uma maneira bem mais barata de manter o carro do que a manutenção corretiva. Afinal, você gasta muito menos trocando um componente preventivamente do que consertando problemas. A troca do óleo, por exemplo, evita avarias no motor, o que seria um grande prejuízo para o caminhoneiro.

Outra vantagem é a maior chance de evitar quaisquer tipos de acidentes, já que você tem a certeza de que o caminhão está funcionando perfeitamente. Muitas colisões leves ou graves em rodovias são causadas por falta de manutenção, como dirigir com pneus ruins ou com a direção desalinhada.

Já que falamos de algo que pode ser planejado com antecedência, o caminhoneiro pode se organizar para levar o veículo à oficina entre uma viagem e outra, sem impactar seu trabalho. 

Além disso, também pode se programar financeiramente — a manutenção preventiva segue as orientações do fabricante, então, você tem uma estimativa dos custos.

Os caminhoneiros que escolhem se organizar a partir da manutenção preventiva podem montar um cronograma de revisões considerando a vida útil dos componentes. Assim, sempre saberão quais serão os próximos itens verificados, como pneus, suspensão, fluidos, freios, sistema elétrico, motor etc.

Dicas da Zapay: saiba quais são os itens indispensáveis para caminhão.

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Manutenção preditiva

Por fim, temos a manutenção preditiva. Essa é uma manutenção utiliza ferramentas tecnológicas para deixar ainda mais efetiva a prevenção. A manutenção preventiva segue as orientações gerais do fabricante para todos os modelos daquele caminhão. 

Porém, cada veículo tem sua própria história, uso, problemas e, por isso, o cronograma geral seguindo as instruções do manual pode não ser tão eficaz.

A manutenção preditiva toma como base os dados que o próprio caminhão fornece naquele momento. Com isso, é possível saber exatamente como está o funcionamento do sistema. 

Ou seja, ao invés de seguir o curso natural de manutenções, você monitora o seu veículo e vê as reais necessidades de manutenção — nesse caso, a vida útil de uma peça pode ser estendida ou antecipada, por exemplo.

Todo esse olhar sobre as condições mecânicas é feito por meio da inspeção visual e da utilização de equipamentos tecnológicos, como câmeras termográficas, rastreadores, aparelhos de ultrassom e testes de vibração. 

Assim, a manutenção preditiva tem um custo inicial um pouco maior, mas fornece informações mais precisas sobre o caminhão, promovendo eficiência e economia nas intervenções mecânicas.

Mas não é só isso. Fazer as manutenções preditivas garante mais segurança para o amigo caminhoneiro, porque permite identificar os componentes que se desgastam antes mesmo da expiração de sua vida útil. Motoristas que se orientam apenas pela manutenção preventiva podem rodar com peças desgastadas sem perceber.

Vale ressaltar que as informações do manual consideram o uso moderado do veículo, por isso, a manutenção preventiva pode apresentar falhas. Assim, considerando a realidade de quem trabalha nas rodovias brasileiras, enfrentando vias em más condições e submetendo o caminhão a situações severas, a manutenção preditiva é uma boa opção.

Com que frequência é feita a manutenção de caminhão? 

O manual do fabricante do veículo indica com que frequência a manutenção de peças e sistemas de um caminhão deve ser feita. Outro ponto fundamental para saber sobre a frequência de manutenções e revisões é a intensidade de uso do caminhão em questão.

De modo gera, a manutenção preventiva deve ser feita a cada 10.000 a 15.000 quilômetros rodados.  Atente-se sempre a tais marcas.

Há peças e sistemas do veículo que exigem manutenção com mais frequência, como a troca de óleo. Nesse exemplo, a recomendação é que a manutenção seja feita a cada 5.000 a 10.000 quilômetros rodados.

Vale destacar que as manutenções preditivas, aquelas que fazem uso de tecnologias avançadas para o monitoramento do desempenho do caminhão em tempo real, podem possibilitar uma manutenção mais precisa e personalizada. Ou seja, mais um grande aliado que o condutor pode contar.

Outro ponto importante são as condições de uso do veículo, que podem afetar a frequência de manutenção requerida. Caso o caminhão seja utilizado em condições severas, como o trânsito frequente em estradas irregulares, a manutenção preventiva pode ser requerida com ainda mais frequência. 

Em suma, é essencial que as recomendações técnicas que constam no manual do proprietário do veículo sejam seguidas à risca, bem como que as manutenções preventivas sejam respeitadas, de modo a evitar maiores problemas com o caminhão – e, principalmente, garantir a segurança de todos. 

Quanto custa a manutenção de um caminhão? 

Quanto será que a manutenção de um caminhão requer do bolso do condutor? Há muitas variantes para responder sobre o custo da manutenção desse tipo de veículo – afinal, depende muito do modelo e do ano do caminhão, bem como de sua intensidade de uso, da frequência de manutenção e do tipo de manutenção requerida.

Ainda: os custos de mão de obra e das peças de reposição podem ainda variar a depender da região que o motorista está e da oficina mecânica escolhida para a manutenção. 

É válido destacar que há manutenções que são simples, tais como troca de óleo e filtro, que costumam ter um custo relativamente baixo. Contudo, há manutenção que são mais complexas, por exemplo, troca de embreagem, transmissão ou freios – nesse caso, o custo é mais elevado.

Tenha em mente que a manutenção do caminhão pode até aparentar ser um custo, porém ela é parte fundamental da operação de um caminhão. É tão vital que pode evitar que despesas maiores ocorram, por conta de falhas e avarias não planejadas. Além de ajudar o condutor a economizar e ganhar tempo.

Diante desse contexto, é fundamental sempre procurar por um mecânico profissional e experiente de sua confiança, amigo caminhoneiro. É apenas esse profissional quem poderá realizar o trabalho de forma capacitada, com avaliação e solução dos problemas, optando por peças originais, de qualidade testada e garantidas.

Boas práticas e recomendações para manutenção de caminhão 

Confira algumas medidas que podem ajudar muito a conferir se a manutenção do seu caminhão está em dia. Se algum problema surgir, confira o manual de proprietário do veículo e contrate os serviços de um mecânico profissional.

Verifique os pneus 

Se os pneus estão carecas, é necessário ligar o alerta, afinal eles aumentam o risco de acidentes. É necessário verificar como está a profundidade dos sulcos de banda de rodagem – o mínimo aceitável, segundo a legislação brasileira de trânsito, é de 1,6 milímetros. Outro cuidado importante é manter os pneus sempre calibrados – e esse cuidado inclui o estepe.

Caso os pneus estejam com a pressão correta, certamente, tais componentes renderão mais e serão aliados para que o condutor economize combustível.

Dica: é recomendável que o rodízio de pneus seja feito, para equilibrar os desgastes.  

 Troque os filtros periodicamente 

Tenha em mente que a cada vez que ocorrer a troca de óleo, é necessário também realizar a troca do filtro de óleo do motor do caminhão. Afinal, os filtros de ar, tanto do motor quanto da cabine, precisam ser trocados regularmente, sobretudo, se o veículo trafegar em condições extremas, como áreas rurais e terrenos muito desiguais.

De modo geral, os filtros de combustível devem ser trocados a cada 15.000 quilômetros rodados.

Cheque o óleo do motor 

Observe com frequência o nível de óleo do motor por intermédio do uso de uma vareta. Verifique se há impurezas, borras ou ainda detritos metálicos nas peças do motor para saber como está a situação do óleo.

Ainda: faça a troca de óleo com regularidade, seguindo sempre as instruções do fabricante quanto ao tipo e à viscosidade do óleo que será utilizado. 

Preste atenção na fumaça do escape 

Observe a fumaça que sai do escape do seu caminhão, condutor. Caso a fumaça esteja preta, pode estar acontecendo algum problema na queima de combustível, causado por falhas no sistema de injeção. Isso causar ainda o aumento no consumo de combustível, diminuição da vida útil do motor, além da produção de mais poluição.

Por sua vez, se a fumaça for azulada, a lubrificação do motor pode estar com algum problema. Já, no caso da fumaça branca, é possível que seja a queima do líquido de arrefecimento por falhas nas vedações de juntas, que não puderam segurar a água – esse problema pode estragar o motor. Ou seja, dor de cabeça das grandes.

Fique atento a ruídos no sistema de transmissão

Caso o motorista ouça barulhos diferentes ou ainda tenha dificuldades no momento de trocar a marcha, a recomendação é procurar por um mecânico antes que o problema se torne ainda maior. A recomendação é a verificação frequente da lubrificação do sistema de transmissão 

Verifique a refrigeração do motor 

Não abra mão de verificar regularmente a válvula termostática, a bomba, o reservatório e os aditivos. Ainda: atente-se à temperatura do motor. 

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Confira faróis e sinalização 

Antes de iniciar uma viagem, avalie como estão todas as luzes do veículo, tais como piscas, luzes de freio, sinalização traseira e lateral, faróis baixos e altos, lanternas, dentre outras. Fala a regulagem de luz dos faróis a cada seis meses ou quando notar mudanças na luminosidade. 

Faça revisão dos freios 

A cada 15.000 ou 20.000 quilômetros rodados, é fundamental realizar a revisão dos freios do caminhão. Procure ainda por vazamentos e verifique o estado das lonas e dos tambores.

É importante também drenar os reservatórios sempre que trocar o filtro secador de ar para evitar o acúmulo de umidade, que pode diminuir a vida útil das válvulas pneumáticas.  

Verifique as condições do escapamento 

Atente-se ainda o estado do escapamento a cada vez que notar alguma ferrugem ou quando ouvir um barulho fora do normal. Os solavancos provocados por buracos na estrada podem ainda desgastar as junções do sistema de escape dos gases. 

Além disso, os escapamentos, assim como o sistema de exaustão do veículo, também são verificados em inspeções ambientais veiculares. O sistema de exaustão é formado pelo tubo do motor, catalisador, silencioso intermediário e silencioso traseiro, tendo como função reduzir o nível de ruído emitido pelo motor e transformar os gases tóxicos em gases inofensivos através do catalisador.

Quando um desses componentes apresenta algum problema, compromete o funcionamento de todo o sistema, causando o aumento no consumo de combustível e no nível de ruído emitido. Um simples furo, por exemplo, em um dos componentes pode fazer com que ele não funcione bem como um todo. Só isso é o suficiente para, em alguns casos, fazer as coisas não irem bem na avaliação. 

Isso torna importante para que, em casos de dúvida, o motorista ou dono da frota faça uma revisão de todo o sistema em uma oficina especializada para verificar as condições de cada componente e fazer a substituição das peças, se necessário. Engenheiros especialistas dizem que existem alguns cuidados importantes para prolongar a vida útil do sistema de exaustão, como abastecer com combustível de qualidade, evitar raspar o carro em lombadas que podem atingir o catalisador e descolar a manta cerâmica interna, fazendo com que o componente perca a sua eficiência.

Os ruídos do escapamento também são verificados na inspeção e devem estar dentro dos padrões estabelecidos. Isso gera um alerta que qualquer furo ou peça solta no sistema pode contribuir para o aumento do barulho no escapamento ou até mesmo adaptações que não são compatíveis com o projeto original. Por isso, uma revisão em uma oficina de confiança é a melhor forma de deixar o veículo em condições para sanar esses problemas.

Dê atenção aos acoplamentos 

Caso o condutor sinta trancos na parte traseira do caminhão quando realizar frenagem ou arranque, tais sinais podem indicar um problema com a quinta roda – que é essencial para a segurança da carga e de toda a composição.

Portanto, atente-se e lembre-se de limpar a engraxar as ranhuras de quinta roda sempre que acorrer troca de implemento. 

Cuide da embreagem 

Trata a embreagem com carinho, amigo caminhoneiro, afinal, ela é fundamental para o bom desempenho e a segurança do caminhão. A recomendação é não apoiar o pé no pedal para descansar, nem arrancar sem usar a primeira marcha, tampouco usar marchas muito altas quanto a velocidade for baixa. Não é indica também transportar carga com peso maior do que o indicado pelo manual do proprietário do veículo.

Caso o pedal da embreagem esteja trepidando ou esteja difícil de trocar as marchas, esses são sinais de que é o momento ideal para revisão. 

Revise a suspensão 

Para a revisão de suspensão, é necessária a verificação para saber se os componentes estão folgados, ou ainda se os parafusos não estão frouxos, ou se os pinos estão lubrificados ou se as peças, como coxins, batentes, molas e barra estabilizadora, estão apresentando desgastes.

Caso a suspensão do caminhão for a ar, é fundamental fazer revisões periódicas para ficar a par sobre como estão as buchas, os balancins, as mangueiras e as válvulas. 

Troque as palhetas do limpador 

Fique ligado, amigo caminhoneiro: a recomendação é que as palhetas do limpador sejam trocadas uma vez ao ano. Elas podem ser algo negligenciado, em especial por motoristas mais experientes. Porém, algo tão trivial pode ser a diferença na hora de enxergar melhor em uma tempestade. Por isso, todo cuidado é pouco,

Verifique e teste o sistema elétrico 

Atente-se ainda se os chicotes parecem ressecados ou oxidados e verifique também se as peças estão bem encaixadas. O ideal é que o condutor faça testes periódicos de tensão e corrente. Os sistemas elétricos de alguns caminhões costumam ser ainda mais delicados do que de outros. Portanto, esses testes são a melhor forma de evitar uma pane elétrica no meio da estrada.

7 mitos e verdades sobre a manutenção de caminhão 

Fique por dentro sobre o que é fato e o que é fake quando o assunto é a manutenção de caminhões. Confira!

Dirigir em ponto morto economiza combustível?

Mito: o que ocorre é oposto, pois, quando o veículo está engatado em uma descida, a injeção de combustível é suspensa, uma vez que o caminhão entendo que o motor não está precisando de combustível para rodar.   

Em ponto morto, o módulo da injeção não compreende isso, de modo que o motor continua a funcionar e a gastar combustível.  Assim, descer ladeiras no ponto morto é um gesto perigoso, que sobrecarrega o sistema de frenagem e aumenta o desgaste das lonas e dos tambores. 

O motor precisa aquecer? 

Mito: os caminhões atuais apresentam sistema de injeção eletrônica, de modo que não é mais necessário deixar o motor ligado por alguns minutos antes de arrancar.

Válvula termostática atrapalha o funcionamento do motor? 

Mito: vale relembrar que as válvulas termostáticas dividem a água entre o motor e o radiador, de modo a resfriar e aquecer o que for necessário. Assim, retirar a válvula termostática pode ser prejudicial ao equilíbrio explicado, fazendo o motor demorar mais para aquecer – às vezes, pode até mesmo aquecer em demasia.

O aditivo da água do radiador é desnecessário? 

Mito: afinal, o uso de aditivo impede que a água do sistema de arrefecimento congele ou entre em ebulição, além de evitar a corrosão e a oxidação do motor. 

Óleo de mamona evita corrosão do chassi? 

Mito: o uso do óleo de mamona pode fazer com que haja mais desgaste no chassi, além de ressecar as partes plásticas e os componentes de borracha, como vedações e mangueiras. Não acredite em qualquer fake News e fique sempre ligado de onde vem sua fonte de informação. Não existem soluções mágicas quando o assunto é manutenção do seu veículo.

Acelerar ao ligar é bom para o motor? 

Para motores carburados essa afirmação até poderia ser verdadeira, porém para os veículos atuais, que apresentam injeção eletrônica, trata-se de um mito. Acelerar o veículo ao liga-lo faz com que mais combustível seja gasto e com que os pistões trabalhem mais rapidamente do que o normal nos cilindros, de modo a fazer com que eles precisem de mais lubrificação. 

É bom dar uma acelerada antes de desligar?

Mito: engana-se quem acha que acelerar antes de desligar pode injetar combustível ao motor e manter o óleo lubrificante nas partes móveis, o que facilitaria nas partidas futuras. 

Quando o condutor acelera antes de desligar, esse gesto faz com que a turbina do motor gire mais rápido e, como ela funciona por inércia, apenas parará um pouco depois que o motor for desligado.

Contudo, o óleo é cortado assim que o motor desliga. Assim, a turbina fica girando um tempo sem lubrificação, o que pode ter desgastes como consequência. E o desgaste da turbina pode trazer consequências mais sérias e dores de cabeça ainda maiores em peças que podem pesar no bolso do dono do caminhão.

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Alessandra Comitre

Jornalista formada há mais de 15 anos, com 12 anos de experiência em produção e criação de conteúdo, edição de texto, e gestão de pessoas. Atualmente atuo como redatora e produtora de conteúdo SEO freelancer.

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