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Conheça as melhores motos de trilha de 2023

Melhores motos de trilha em 2023

Você sabe o que é moto de trilha? Ou quanto custa uma moto de trilha? Este artigo da Zapay lhe ajuda a saber mais sobre o universo das motos de trilha e alguns dos principais modelos disponíveis no mercado brasileiro. 

Amantes de aventura sob duas rodas costumam nutrir paixão pelas motos de trilha. Mas o que caracteriza estes veículos? Eles trazem praticidade para os momentos de aventura, de modo que o condutor se locomova de forma mais rápida e estável em cima da motocicleta. 

As motos de trilha podem ser utilizadas tanto para a estrada quanto para fora dela, não sendo necessário que o motorista invista em um outro tipo de modelo de motocicleta – ou seja, economia e praticidade para a sua rotina.  

Em grande parte dos modelos de motos feitos para trilhas, é possível observar os pneus de uso misto, ao invés daqueles que são próprios apenas para a grama. Mas é importante ter em mente que, para circular em vias públicas, estas motos precisam estar dentro da legislação brasileira de trânsito. 

Mas é nas competições, tanto no Brasil quanto no exterior, que é mais comum de as motos de trilha – ou motos off-road – serem vistas e apreciadas. Uma oportunidade e tanto para os amantes de adrenalina e aventura. Sendo assim, é bastante corriqueiro que as competições sejam feitas nas zonas rurais ou em trilhas – como o próprio nome deste veículo já entrega.

Para transitar com este tipo de motocicleta esportiva na cidade, é necessário atender às regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Vale destacar que, desde 2016, é obrigatório possuir a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) para pilotar as motos de 50 cilindradas (50cc), também conhecidas como cinquentinhas. 

E as motos de trilhas são justamente motos de 50 cilindradas. Ou seja, para se aventurar com estes veículos é necessário passar pelo processo de formação do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN).

Ainda sobre as burocracias que envolvem as motos de trilha: como são veículos utilizados para recreação, elas apresentam o número do motor e o número do chassi, que podem ser conferidos também na nota fiscal. Desse modo, as motos de trilhas não têm número de Registro Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM) – em outras palavras, não precisam de emplacamento.  

E como conduzir moto de trilha na cidade sem cometer infração? Para tal, é necessário que o proprietário mantenha sempre o veículo regularizado e o licenciamento da motocicleta em dia. 

É importante ter em mente o que diz o artigo 230, do CTB, mais precisamente, no capítulo XV “Das infrações”. Segundo este artigo, configura infração gravíssima, com multa, apreensão do veículo e remoção do mesmo, as seguintes situações no que diz respeito a conduzir veículo automotor:

  1. Com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de identificação do veículo violado ou falsificado.
  2. Transportando passageiros em compartimento de carga, salvo por motivo de força maior, com permissão da autoridade competente e na forma estabelecida pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
  3. Com dispositivo antirradar.
  4. Sem qualquer uma das placas de identificação.
  5. Que não esteja registrado e devidamente licenciado.
  6. Com qualquer uma das placas de identificação sem condições de legibilidade e visibilidade.

– Motos de trilha mais baratas: Yamaha TT-R 230 

– Honda CRF 250F 

– MXF Motors 300 RX 

– Kawasaki KLX 450 

– MXF 250 

– Honda CRF 450L

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Motos de trilha mais baratas: Yamaha TT-R 230

O modelo TT-R 230, da Yamaha, é ideal para quem está começando no mundo off-road. Esta moto apresenta motor de 223cc, refrigeração a ar, SOHC, quatro tempos e seis marchas. 

Ela é reconhecida pela agilidade e pela robustez, além de contar com freio a disco na roda dianteira e rodas com aros DID. Trata-se de um modelo exportado para América do Norte, Oceania e Europa.

A posição de pilotagem da TT-R 230 é um beneficia a agilidade e a facilidade, o que são pontos positivos para a condução do veículo. Apresenta um banco que se estende pelo tanque, de modo que o motorista pode ter ainda mais mobilidade.

Segundo a Yamaha, a TT-R 230 custa a partir de R$18.790.

Dica da Zapay: se você gosta de adrenalina, muito provavelmente também é fã de velocidade, não é mesmo, amigo condutor? Neste conteúdo, confira quais são as motos mais rápidas do mundo e se impressione!

Honda CRF 250F 

A Honda CRF 250F é inspirada na linha motocross, com visual alinhado com os conceitos mundiais de competição que fazem da marca um destaque, o que ajuda muito para enfrentar trilhas e pistas diversas.  

Ela apresenta conjunto óptico integrado às linhas do para-lamas dianteiro, marcado por seu design agressivo. Nesta mesma linha, foram projetadas aletas laterais.

Ainda: a Honda CRF 250F tem motor de 250cc, SOHC, que funciona à gasolina, gera 22,2 cavalos de potência a 7.500 rpm. Estas características oferecem ótima relação entre o peso e a potência da moto, o que agrega muito para arrancadas e saídas. 

Este é um motor alimentado exclusivamente pelo corpo de injeção eletrônica, o que garante fluxo de combustível mesmo em situações de falta de gravidade. Isso evita eventuais buracos na aceleração durante saltos ou na sobreposição de quaisquer obstáculos em velocidade.

A CRF 250F oferece câmbio de cinco velocidades, feito para aumentar o torque nas largadas e dar maior elasticidade ao motor. Estas características evitam trocas excessivas de marcha e garante uma pilotagem mais confortável.

De acordo com a Honda, a CRF 250F custa a partir de R$20.620.

Dica da Zapay: confira aqui a lista de motos sem embreagem (sem marcha).

MXF Motors 300 RX 

Agora é a vez da 300 RX, da MXF Motors! Mais uma opção para quem quer se aventurar nas trilhas com muito estilo e segurança. Esta moto tem design arrojado, feito com plásticos 100% brasileiros, com enorme resistência a diferentes cenários e adversidades. 

A 300 RX apresenta motor de duplo comando de válvulas e cabeçote DOHC, além de carburador tipo CR Flat, o que oferece ainda mais potência. As suspensões FAST ACE têm um novo Set-Up Racing na versão 2023, sendo montadas para atender às necessidades dos condutores brasileiros.

O preço médio sugerido é de R$30.000.

Kawasaki KLX 450 

A Kawasaki KLX 450 é uma opção moderna, com painel digital compacto, que apresenta velocímetro, relógio, odômetro, freios a disco em formato margarida, além de partida elétrica. Apresenta freios a disco, partida elétrica, e farol e lanterna compactos.

Esta moto é indicada para condutores intermediários e, principalmente, experientes, atendendo às necessidades das pistas de competições off-road bastante rigorosas, tanto para pilotos profissionais quanto para amadores. Vai enfrentar uma trilha considerada difícil? A Kawasaki KLX 450 é uma valente opção!

Ainda: a KLX 450 oferece motor monocilíndrico, de 449 cilindradas, refrigeração líquida, quatro tempos, DOHC de quatro válvulas, transmissão de cinco velocidades, além de chassi leve e responsivo. Ou seja, ela é bastante adaptada para que o amigo condutor possa enfrentar trilhas de tirar o fôlego! 

O valor sugerido pela marca para o modelo KLX 450R é de R$45.420.

MXF 250 

A 250 é mais uma ótima opção da MXF, com inovação e novos gráficos para 25- TS no modelo 2023. Trata-se de uma motocicleta também bastante adaptada às condições brasileiras e, consequentemente, às necessidades dos pilotos que competem e se aventuram em nosso país.

Vale destacar que a 250 se originou a partir da versão Limited Edition, de modo que, agora, é o modelo oficial da linha de motos de performance da marca. 

Ela apresenta motor de dois tempos, refrigerado a água e válvula de controle eletrônico. Este motor tem ainda cilindrada de 224 cm³ e lubrificação de óleo dois tempos sintético. A válvula de escape é eletrônica controlada por CDI.

O modelo 250, da MXF, tem o quadro feito em aço cromo molibdênio de alta resistência.

A MXF 250 pode ser encontrada a partir de R$32.900.

Honda CRF 450L

Mais um modelo Honda para que o amigo condutor de duas rodas e que procura motos de trilha possa analisar se atende às respectivas necessidades. É importante destacar que a CRF 450L tem o mesmo visual que a CRF 450 R, com quadro de trave em alumínio, motor Unicam de 449 cilindradas e suspensão Showa. 

A CRF 450L é uma ótima opção para todos os tipos de terreno, com maior binário desde as rotações mais baixas, uma caixa de seis velocidades, legalidade para todas as estradas e conjunto distinto de iluminação LED.

Para que seja possível o aproveitamento ao máximo da tração da roda traseira, a Honda aumentou em 13% a cambota de inércia e revisou o comando das válvulas. Desse modo, ao acontecer a patinagem da roda traseira, não se vai para lado nenhum – o que garante mais estabilidade ao condutor. 

É possível utilizar a CRF 450 L tanto para trilhas quanto para a cidade, pois ela é totalmente adaptada, com motor silencioso e aprovada em todas as leis de ruído e emissão EURO 4 (norma que impõe limites reduzidos e exigentes de emissões de gases de escape para atmosfera).

Vale o destaque para o motor Unicam de quatro válvulas, a 449 cc desta moto, com arranque elétrico. Ele permite uma gama de binário suave, desde as rpm mais baixas, de modo a ajudar o pneu traseiro a agarrar em qualquer tipo de piso – mais um reforço para estabilidade.

O preço médio da Honda CRF 450 L é de R$70.000.

Conheça as diferentes competições do circuito off-road.

As competições off-road são aquelas realizadas fora da estrada, em circuitos cujos terrenos são terrenos acidentados ou de terra. A seguir, saiba a diferença entre cada uma destas competições:

  1. Motocross: uma das modalidades mais famosas, surgiu na Inglaterra na década de 1920, tornando-se- muito popular a partir da década de 1950. As pistas são fechadas, em um terreno de terra e molhado, com percursos de até 1,5 quilômetros.
  2. Supercross e Arenacross: no primeiro, as pistas são de terra e montadas em ginásios ou estádio, tendo até um quilômetro de extensão. Já na segunda, as pistas têm até 400 metros. Ambas apresentam rampas bem íngremes. 
  3. Supermoto: esta modalidade surgiu nos Estados Unidos, na década de 1970, com um circuito misto entre terra e asfalto. As competições ocorrem em circuitos fechados.
  4. Freestyle Motocross: também conhecida como FMX, esta categoria é reconhecida pela plasticidade, afinal, os pilotos disputam quem consegue fazer as manobras mais difíceis – aqui o que está em questão não é quem é mais rápido! As provas têm muitas rampas e saltos tanto de metal quanto de terra, para que as manobras possam ser feitas em uma sequência cronometrada.
  5. Enduro FIM e de Regularidade: o Enduro Fim diz respeito à velocidade, feito em trilhas sinalizadas. A prova é cronometrada e vence quem for mais rápido. Já o Enduro de Regularidade premia quem conseguir se manter dentro da média horária estabelecida no trajeto, que varia entre asfalta e terra.
  6. Hard Enduro: trata-se da categoria mais difícil do enduro, onde os pilotos encontram mais obstáculos no percurso e precisam usar GPSs para navegar e chegar aos Postos de Controle. Vence quem terminar a corrida em menor tempo. 
  7. Cross Country: as provas são semelhantes às do Enduro FIM e vence o piloto que completar o circuito em menor tempo. Os trajetos são menores do que os de Enduro FIM, porém têm mais voltas.
  8. Trial: assim como o Freestyle, os pilotos são avaliados pelo grau de dificuldade das manobras executadas. No Trial, os competidores são penalizados quando tocam o pé no chão para superar um obstáculo. As competições são tanto outdoor quando indoor. 
  9. Trilha: esta modalidade é uma prática voltada ao lazer do condutor e à diversão, feita com motos e com quadriciclos.

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