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Difusor de escape: Saiba o que diz a lei

O que é um difusor de escape?

Por trás de um forte ronco de motor, há sempre o difusor de escape. Mas você sabe quais são as funcionalidades deste dispositivo? 

Confira neste artigo, as explicações sobre o funcionamento do difusor de escapamento, a legislação sobre alteração de características do veículo e também a importância de o motorista estar ligado quanto às emissões de poluentes do automóvel. Coloque o cinto de segurança e venha com a Zapay!

– Para Que Serve um difusor de escape? 

– Queima os gases de escape não drenados 

– Evita o fluxo de escape normal 

– Reduz as emissões de escape de hidrocarbonetos 

– Reutiliza a gasolina sem a iminência do chumbo 

– Alteração das características do veículo 

– Cuidados Com Escapamento Esportivo 

– O Difusor de Escape e a Emissão de Gás

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Para Que Serve um difusor de escape? 

O difusor de escape é o responsável por mudar o barulho do ronco do automóvel. Com ele, o veículo pode ter um estilo diferenciado, de modo a chamar atenção por onde passa. Já ouviu na rua um carro cujo ronco era forte e potente, amigo condutor? Então, saiba que esta é o resultado provocado pelo difusor de escape.

Os proprietários de carros que optam pelo difusor de escape costumam procurar ter uma experiência como a do som de carros de corrida, por exemplo. No caso de automóveis com motor V8, o difusor é instalado em ambas as saídas laterais do motor, o que faz com que o ronco seja ainda mais marcante.  

Quer saber para que serve o difusor de escape? Confira a seguir algumas das utilidades deste dispositivo: 

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Queima os gases de escape não drenados

É importante que o amigo condutor tenha em mente que a principal função do difusor de escape é promover a queima de gases (de escape) não queimados, que saem do motor do carro. 

Neste processo, o conversor catalítico irá reduzir as emissões de gases de escape do automóvel. 

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Evita o fluxo de escape normal 

Outra utilidade diz respeito à criação da impedância do sistema de escape, de modo que o exaustor, que sai do motor do carro, desacelere. Vale ressaltar que a impedância é justamente a resistência ao fluxo de escape normal do veículo.

Desse modo, ocorre o processo que dará ao conversor catalítico mais tempo para que possa atuar sobre os gases de escape.  

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Reduz as emissões de escape de hidrocarbonetos 

A consequência do tópico anterior é justamente a redução da emissão de hidrocarbonetos, por intermédio da queima de um conversor catalítico. Por sua vez, o conversor catalítico é um suporte do veículo que, através de catálise heterogênea, transforma os gases poluentes – que são liberados durante a combustão de combustíveis – em gases não tóxicos.

É importante destacar que as emissões de hidrocarbonetos são criadas quando o ar e o gás são queimados dentro do motor de um carro. 

Reutiliza a gasolina sem a iminência do chumbo 

Os proprietários que optarem pelo ronco esportivo, com a instalação do difusor de escape, devem estar cientes de que os conversores catalíticos devem apenas fazer uso de gasolina sem chumbo. Afinal, com este tipo de combustível, a queima resultará em baixas emissões de gases de escape.

Caso seja utilizada a gasolina com chumbo ou motores a gasolina, é importante ter cuidado, pois eles são altamente prejudiciais ao conversor catalítico. Ou seja, não podem ser usados em automóveis que são equipados com este dispositivo. 

Alteração das características do veículo 

Quando o assunto são alterações de características do carro, é importante o amigo condutor ter em mente o artigo 230, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A alteração do veículo, em desconformidade com a legislação de trânsito e as descrições do fabricante do automóvel, pode ser interpretada como infração grave. Assim, a penalidade é perda de cinco (5) pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa no valor de R$195,23, além de retenção do veículo para regularização.

O artigo 104, do CTB, destaca ainda que os automóveis em circulação devem ter condições de segurança, de controle de emissão de gases poluentes e de ruído avaliadas mediante inspeção. Trata-se de um procedimento obrigatório, na forma e periodicidade estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) para os itens de segurança e pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) para emissão de gases poluentes e ruído.


Cuidados Com Escapamento Esportivo 

Ao optar pelo uso de difusor de escape, o dono do veículo deve se atentar para que o dispositivo seja de ótima qualidade e instalado por um profissional qualificado e competente. 

Um difusor deve ser feito com metais nobres, bem dimensionado em sua estrutura, calibrado corretamente e seguir as regras de motorização do automóvel. Você pode estar se perguntando: o que acontece se o difusor de escape não tiver as dimensões corretas adequadas, por exemplo? Resposta direta e reta: ele pode danificar o motor do seu automóvel, causando ainda diversos outros problemas, como perda de força no torque no médio e no longo prazos.

Atente-se também aos potenciais ruivos fora do normal (com decibéis em excesso, por exemplo) no escapamento – pode ser uma dica sobre o mau uso do difusor de escape ou sobre má qualidade do dispositivo.

Se o som estiver muito alto, não hesite em procurar fabricantes autorizados para avaliar seu veículo. Estes profissionais seguem as normativas do mercado, trabalham com fornecedores de peças originais e podem fazer a manutenção do dispositivo instalado. O que é fundamental!

O Difusor de Escape e a Emissão de Gás

A emissão de poluentes causada por veículos automotores deve seguir as rígidas normas de regulação. Vale a pena retomar que a emissão desta poluição, causada por carros e motos, é, sobretudo, formada por gases e vapores liberados, como resultado da combustão incompleta do motor à gasolina.

Para cumprir as determinações da lei, foram feitas modificações mecânicas e adições de gerenciamento eletrônico em motores de combustão interna, além de seus sistemas de combustão, ignição e dispositivos de controle, com foco em diminuir ou minimizar as emissões de poluentes. 

Por isso também é essencial a mensuração continua, para que seja possível avaliar se o carro em questão está cumprindo com os padrões de emissão estabelecidos. E aqui entra a importância do CONAMA para a regulamentação e as diretrizes a serem seguidas.  A dica ao dono de veículos diversos é a manutenção periódica, para que pontos da mecânica do automóvel possam ser avaliados, como potencial excesso de emissão de poluentes. 

Este cuidado com a manutenção e o foco no motor e no sistema de escape do veículo têm ainda como consequência a economia de combustível e a garantia de desempenho máximo do motor. 

São algumas das vantagens para se ter o difusor de escape no veículo, caso este dispositivo já não tenha vindo em seu veículo de fábrica. 

Vale sempre reforçar, condutor: é fundamental que você tenha muita cautela quanto à procedência do difusor de escape, nas situações as quais este item não tenha vindo com instalado de fábrica no veículo.

Para tal, é essencial procurar o serviço de um profissional qualificado, competente e com boas referências, que trabalhe em conjunto com fornecedores que usem somente peças originais. É o melhor caminho para evitar surpresas desagradáveis.

Assim, dores de cabeça podem ser evitadas, caso haja algum problema com a fiscalização de trânsito. E, principalmente, garante-se que o difusor de escapamento realize as funções dele esperadas, que são: melhorar o desempenho do motor, auxiliar no menor consumo de combustível e ainda reduzir a emissão de gases na atmosfera – além daquele ronco característico.

Quais são as partes que formam o escapamento de um veículo automotor?

a)   Coletor de escape: é o responsável por recolher gases e encaminhá-los ao tubo de descarga, que é onde serão despachadas as emissões de poluentes para longo do motor do veículo. Vale destacar que cada automóvel tem um tipo específico de coletor de escape, de modo a ser adequado ao conjunto mecânico do carro.

b)   Catalisador: esta peça tem como função reduzir a toxidade dos gases, antes deles serem liberados para a atmosfera. Está localizada na saída do coletor de escape ou entre o coletor e o silenciador.  

c)   Silenciador: está dividido em intermediário e traseiro. Apresenta como funções diminuir o barulho gerado pelo motor e auxiliar na boa performance do automóvel.  

d)   Abafador: trata-se de uma peça auxiliar, que tem como função absorver os ruídos mais agudos. O abafador costuma ser um cano furado envolvido em lã de vidro e basalto. Apresentam-se dois tipos de abafador: reativos e dissipativos.

e)   Tubos de estepe: são responsáveis por conectar todas as peças do sistema de escapamento.

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Alessandra Comitre

Jornalista formada há mais de 15 anos, com 12 anos de experiência em produção e criação de conteúdo, edição de texto, e gestão de pessoas. Atualmente atuo como redatora e produtora de conteúdo SEO freelancer.

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