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Placa de moto: valor e consulta

Você sabe tudo sobre placa de moto? Neste artigo, a Zapay conta para você onde consultar placar de moto, como puxar placa de moto, o que é placa de moto Mercosul e muito mais! Aperte o cinto e vem com a gente nessa jornada!

Qual o valor de uma placa de moto? 

Criadas em 1994, com o objetivo de padronizar as placas de toda a América do Sul, as placas Mercosul são obrigatórias no Brasil desde janeiro de 2020. 

Abaixo você verá o que diz a Resolução nº 780/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), como foi o processo de adoção do novo padrão, assim como o valor das chapas estampadas.

Os veículos brasileiros devem adotar a placa Mercosul nos seguintes casos:

  • Primeiro emplacamento;
  • Mudança de categoria do veículo;
  • Roubo, furto, extravio ou dano da placa;
  • Mudança de unidade federativa;
  • Instalação de segunda placa traseira.

Vale lembrar que os proprietários que queiram – por vontade própria – utilizar as novas placas podem fazê-lo. Muitas vezes, vale a pena já fazer a mudança, em especial se você utiliza muito o seu carro para viagens.

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DETRAN SP) já implementou as novas regras. Fique atento ao DETRAN do seu estado.

Valor das placas Mercosul 

O valor da placa varia de estado para estado. No comunicado oficial do DETRAN SP, foram divulgados os seguintes valores máximos finais, que servem como referência sugerida tanto ao fornecedor, quanto ao consumidor:

  • Valor do par de placas de identificação de carros, ônibus e caminhões: R$ 138,24.
  • Valor placa avulsa ou de identificação de motocicletas: R$ 114,86.

Atendimento para emplacamento

No estado de São Paulo, por causa de mudanças significativas nos processos de atendimento e sistemas de informática, o emplacamento do modelo padrão cinza somente é realizado para aqueles veículos que tiverem recolhido as respectivas taxas de emplacamento até o dia 24 de janeiro de 2020.

Caso não seja realizada a emissão do CRV (Certificado de Registro de Veículo) até o dia 30 de janeiro, o proprietário deverá arcar com os custos e realizar o novo emplacamento sob as regras das placas padrão Mercosul. 

As empresas estampadoras credenciadas pelo Detran já estão aptas a iniciar o processo de comercialização das novas placas Mercosul SP. A relação das empresas credenciadas está disponibilizada dentro do portal do DETRAN.

O proprietário de veículo de maneira voluntária também poderá realizar a troca da placa cinza para o padrão Mercosul, porém, deverá ficar atento para a obrigatoriedade de realização de vistoria veicular e para a emissão de novo CRV, com os respectivos custos de cada procedimento.

Como solicitar as placas Mercosul SP

Nas placas Mercosul SP, não existe mais o recolhimento das taxas de emplacamento para o DETRAN, salvo a taxa de escolha dos caracteres alfanuméricos da placa, a qual é opcional.

O proprietário de veículo interessado em realizar o emplacamento deverá efetuar:

  • os procedimentos de emissão do CRV descritos no portal do DETRAN;
  • procurar uma das empresas estampadoras credenciadas pelo órgão;
  • realizar a aquisição da respectiva placa, bem como do serviço de fixação que será realizado pela mesma empresa estampadora credenciada.

Como consultar uma placa de moto? 

A maneira mais fácil de consultar não só placa de moto é entrando no site do DETRAN do seu estado.

Outra forma de consultar placa de veículo é baixando o app da Zapay. Lá você também consegue quitar os débitos de sua moto. Afinal, a Zapay está presente em 25 estados brasileiros e possuímos a maior cobertura nacional de consultas de veículos, integrados aos DETRANs (Departamento Estadual de Trânsito) de todas as regiões do Brasil.

Venha conhecer nosso aplicativo!

Com o app da Zapay você vai:

Consultar seu IPVA, licenciamento e Multas;

Parcelar tudo em até 12x com as menores taxas do mercado;

Ser avisado quando precisar renovar seus documentos.

APP Zapay

E a Zapay atende a todas as preferências, tanto se você deseja pagar os débito on-line quanto se também preferir a quitação em postos físicos. Aquilo que for mais confortável ao motorista e sua família.

Na Zapay, você pode consultar os débitos do veículo, como licenciamento, IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor), multas e DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres). Para isso, é preciso seguir este passo a passo:

  1. Consultar os débitos pela placa do veículo.
  2. Se existirem débitos de seu veículo em aberto, estas informações aparecerão na tela. É preciso se cadastrar na Zapay e criar um usuário e uma senha. Com esta ativação, você poderá selecionar o débito que deseja pagar ao clicar no botão “Pagar agora”.
  3. Escolha a forma de pagamento que melhor cabe no seu bolso e no planejamento familiar. Você pode efetuar a quitação em até 12 vezes no cartão de crédito, fazer um PIX, pagar via boleto, TicketLog ou ainda Voucher. É só escolher a opção e efetuar o pagamento.

Placa delete dá multa infração?

Pode andar com a placa antiga? 

Sim! Se você, amigo motorista, possui um veículo com a placa cinza não precisa trocá-la pela placa Mercosul. Assim, a placa cinza tem validade durante toda a vida útil do veículo. Entretanto, o dono do veículo pode optar por substituí-la pela placa Mercosul, quando fora das situações acima.

Porém, fique ligado: não há mais emplacamentos feitos com a placa cinza, mesmo em casos de substituições. Ainda assim, uma rápida busca em sites de pesquisa mostra que empresas oferecem o serviço fisicamente e online. Mas, neste caso, você pode estar cometendo infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e pena de remoção do veículo.

Pode viajar com moto zero km? 

Quando você adquire uma moto nova, ela ainda não está emplacada e não tem o CRLV — Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos — e nem o CRV. O único documento que ela tem é a nota fiscal emitida pela concessionária em nome do comprador. Nessas condições, essa motocicleta não pode circular livremente.

Segundo a resolução 269/08 do CONTRAN, um veículo novo poderá circular sem as placas apenas por 15 dias após a data de entrega carimbada na nota fiscal e deverá fazer unicamente o trajeto necessário para o emplacamento no Departamento de Trânsito. Portanto, nada de passear com a moto antes de emplacar.

Por isso é preciso fazer rapidamente a regularização. Para isso, com a nota fiscal em mãos, você deverá acessar o site do DETRAN do seu Estado e procurar pela opção de 1º emplacamento de veículos.

Nessa opção haverá um formulário que deverá ser totalmente preenchido. Após essa etapa, será emitido um DAE — Documento de Arrecadação Estadual — com o valor da taxa do primeiro emplacamento, bem como uma ficha cadastral. Junte essa ficha, o DAE pago, a nota fiscal e cópias do seu CPF, RG e comprovante de residência e dirija-se ao atendimento do DETRAN de sua cidade.

Serão fornecidos a autorização para compra da placa e o documento para pagar o IPVA proporcional e o DPVAT. Providencie a placa, os pagamentos e dirija-se novamente ao Detran, dessa vez para selar a placa da moto e receber os documentos. Pronto, agora é hora de curtir a motocicleta nova com muita tranquilidade e responsabilidade no trânsito.

O que acontece se eu não emplacar a moto em 15 dias?

Depois de comprar um veículo novo, o condutor ainda pode dirigi-lo durante 15 dias sem ter executado o emplacamento. Mas, depois dessa quinzena, o proprietário arriscar receber uma multa no valor de R$ 293,47. A infração também é considerada grave e rende 7 pontos direto na CNH.

5 dicas para prevenir acidentes de motos em ruas e estradas

A motocicleta é a parte mais frágil em caso de colisão com outros veículos. Então, é recomendável que o motociclista adote uma condução defensiva para se proteger o máximo possível. Alguns hábitos podem diminuir as chances de acontecer uma fatalidade. Por isso, a Zapay separou 5 dicas práticas de como quem dirige moto pode evitar se envolver em um acidente. 

1 – Use os Itens de Segurança

Nossa primeira dica envolve o uso obrigatório do equipamento de proteção. Muitas vezes negligenciado, ele é quem pode fazer a diferença entre a vida e a morte do piloto e da garupa. Começando pelo capacete, que é simplesmente essencial. O motociclista deve ficar atento ao tamanho adequado (não pode ficar folgado na cabeça), estar sempre bem afivelado e dentro do prazo de validade. Existem os capacetes abertos, porém esses oferecem menos proteção e deixam rosto e maxilar vulneráveis em caso de uma queda. Lembre-se que o capacete não é o único item de proteção que você deve utilizar. Botas, luvas, calças e jaquetas apropriadas completam o equipamento mínimo que todo condutor de moto deve vestir antes de sair de casa.

2 – Saia do ponto cego!

Uma das justificativas mais comuns nos acidentes que envolvem motos é que o motorista afirma que, simplesmente, não viu a motocicleta. Isso realmente pode ser verdade, caso a moto esteja no “ponto cego”. O ponto cego é a área não coberta pelos espelhos retrovisores dos automóveis ou onde as colunas e outras partes do carro impedem a visão do motorista. É por esse motivo que, ao andar ao lado de carros, caminhões ou ônibus, esteja ou não no corredor, o motociclista precisa prestar atenção para não ficar “invisível” e, assim, sujeito a uma “fechada” a qualquer momento. A dica então é ficar posicionado dentro do campo de visão do motorista.

3 – Cruzamentos e conversões

Infelizmente comum, um tipo de acidente bem grave acontece em avenidas e estradas que ocorrem em pontos de conversão ou cruzamento. Ao estar próximo de um veículo aguardando para cruzar a pista, é recomendável diminuir a velocidade e avisar da sua aproximação por meio da buzina ou farol alto. Ainda assim, é necessário diminuir a velocidade e ter a atenção redobrada: o motorista pode estar desatento e cruzar a sua frente, causando um grave acidente.

4 – Pedestre

Os dados relativos às mortes de pedestres no trânsito são tão alarmantes quanto os de motociclistas. Esses números mostram que o motociclista também deve ficar atento para não aumentar essa grave estatística. Ao passar ao lado de ônibus e outros veículos altos, como VUCs e SUVs, o motociclista deve ficar atento, mesmo que o trânsito esteja parado. Sempre pode aparecer “do nada” um pedestre entre os carros.

Alguns locais de maiores movimentos, como saídas de hospitais, igrejas, supermercados, estações de trem e Metrô exigem mais atenção, em especial nos horários de pico ao longo do dia. Nesse caso, a única forma de evitar um acidente é rodar em velocidade reduzida e compatível com a via, de modo que permita uma frenagem de emergência.

5 – Pare agora!

Cruzamentos com semáforos sempre são um perigo para os motociclistas, ainda mais os motoboys. Um dos motivos é o tipo de colisão, já que uma colisão lateral atinge em cheio o motociclista e pode causar graves lesões e até o óbito. O outro fator é é a “mania” de aproveitar o semáforo, ou seja, dar aquela acelerada mais forte para passar na luz amarela. Por isso, motociclista ou não, uma postura defensiva: caso você veja que o sinal ficou amarelo, reduza a velocidade e pare! Não tente ganhar alguns minutos que podem lhe custar sua vida.

Vale fazer uma ressalva em relação ao sinal verde, que não merece também uma postura relaxada e acelerada. Isso porque na via perpendicular pode haver outro motorista (ou motociclista) espertinho que queira aproveitar o amarelo. Nossa dica: mesmo que o semáforo fique verde, certifique-se de que os outros veículos pararam. Lembre-se: semáforo não é brincadeira.

Caso ocorra um acidente quais são os meus direitos? 

O principal direito em caso de acidente é o Seguro DPVAT. Explicar o que é o DPVAT está em seu próprio nome. Ele é o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou Não (Seguro DPVAT). Esse seguro está em vigor pela Lei n° 6.194/74, com o objetivo de amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, não importando de quem seja a culpa dos acidentes. Ou seja, um jeito menos burocrático para fazer justiça por meio de uma indenização a quem foi vítima do trânsito de alguma forma.

Dito isso, é bom saber: quais envolvidos no acidente têm direito ao DPVAT? São muitos os casos, cada um com suas particularidades. 

  1. Morte: se a vítima do acidente chegar a falecer em virtude do ocorrido, seus beneficiários terão direito ao recebimento de uma indenização correspondente à importância segurada vigente na época da ocorrência do sinistro.
  2. Invalidez Permanente: esse é no caso da vítima ficar inválida permanentemente em virtude do acidente, ou seja, desde que esteja terminado o tratamento e seja definitivo o caráter da invalidez, ela receberá uma quantia que se apurar, tomando-se por base o percentual da incapacidade de que for portadora a vítima, de acordo com a tabela de Danos Corporais Totais, constante do anexo à Lei n.º 6.194/74, tendo como indenização máxima a importância segurada vigente na época da ocorrência do sinistro.
  3. Despesas de Assistência Médica e Suplementares (DAMS): Caso a vítima de acidente de trânsito venha a efetuar, para seu tratamento, sob orientação médica, despesas com assistência médica e suplementares, ela própria terá direito ao recebimento de uma indenização, a título de reembolso, correspondente ao valor das respectivas despesas, até o limite estabelecido em Lei.

3.1 A cobertura de DAMS abrange também:

I – As despesas médico-hospitalares decorrentes de acidente de trânsito efetuadas em estabelecimentos da rede credenciada junto ao Sistema Único de Saúde – SUS, desde que realizadas em caráter privado; e

II – Despesas suplementares, tais como fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos, órteses, próteses e outras medidas terapêuticas, devidamente justificadas pelo médico.

3.2. Não estão cobertas as DAMS quando: 

I – Forem cobertas por outros planos de seguro ou por planos privados de assistência à saúde, ressalvada eventual parcela não coberta pelos planos;

II – Não especificadas, inclusive quanto aos seus valores, pelo prestador do serviço na nota fiscal ou relatório que as acompanha; ou 

Não estão cobertos pelo DPVAT:

  1. Danos materiais (roubo, colisão ou incêndio de veículos);
  2. Acidentes ocorridos fora do território nacional;
  3. Multas e fianças impostas ao condutor ou proprietário do veículo e quaisquer despesas decorrentes de ações ou processos criminais; e
  4. 4. Danos pessoais resultantes de radiações ionizantes ou contaminações por radioatividade de qualquer tipo de combustível nuclear, ou de qualquer resíduo de combustão de matéria nuclear.

Para saber mais sobre o seguro DPVAT, é só acessar nosso artigo.

Dica da Zapay: Saiba quais são os documentos obrigatórios da moto e como funciona o processo de transferência de moto.

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