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Quando devo fazer a trocar de óleo do motor?

Troca de óleo do motor: quanto custa e qual a frequência da manutenção?

O óleo do motor é um dos fluidos mais importantes para o funcionamento de veículos automotores. Neste artigo, tire suas dúvidas sobre o que é a troca de óleo, sua importância e quais são os cuidados que o motorista deve ter para evitar problemas com a lubrificação.

– O que fazer quando a luz do óleo fica piscando? 

– Pode andar com a luz do óleo acesa? 

– O que acontece se andar com o óleo vencido? 

– Pode só completar o óleo do motor ou precisa fazer a troca de óleo? 

– Troca de óleo: Como saber se o óleo está velho?

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O que fazer quando a luz do óleo fica piscando? 

Se a luz do óleo no painel do seu veículo acender, pode ficar atento, amigo condutor. Afinal, ela pode ser a indicação de motor fundido, por exemplo – e, se for isso mesmo, prepare o bolso. Vem que a Zapay lhe explica mais sobre a luz do óleo!

Quando a luz do óleo acende pode ser uma indicação de que o nível de óleo no cárter está baixo e este é um sinal de que há a necessidade de completar o nível. Isso pode acontecer, sobretudo, com veículos que já rodaram mais de cem mil quilômetros, por exemplo, pois é uma situação evidente de desgaste de óleo do motor e também do próprio motor.

Ou seja, a luz do óleo acenderá sempre que se passar um determinado tempo da troca de óleo ou quando a quilometragem do veículo estiver alta.

Vale destacar que um baixo nível de pressão de óleo pode trazer danos consideráveis ao motor do seu automóvel. Portanto, esteja sempre atento aos sons que seu carro emite e também à imagem da lata de óleo no painel do automóvel (pode ser também representada pelas palavras “óleo” ou “oil”).

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Pode andar com a luz do óleo acesa? 

Se a luz de óleo do seu automóvel acender saiba que este é um aviso sobre a falta de pressão de óleo para lubrificar o motor e que ele pode fundir. A luz acende, pois, indica que o nível de óleo está baixo no cárter, o que significa falta de lubrificante e, consequentemente, falta pressão. 

Mas como resolver isso? É fácil: basta completar o nível de óleo no cárter – o ideal sempre é substituir todo o lubrificante. Caso a luz esteja acendendo e o nível de óleo estiver correto isso quer dizer que há algum problema grave no sistema de lubrificação. A saída: o condutor deve levar o veículo até uma oficina mecânica de confiança. 

Se a recomendação for retificar o motor, é importante que o amigo condutor saiba que este é um serviço caro, pois consiste em desmontar o cabeçote e o bloco do motor, com o objetivo de substituir itens que podem estar desgastados, como anéis, pistões e bronzinas.

O que acontece se andar com o óleo vencido? 

Andar com o óleo do motor vencido pode trazer prejuízos ao funcionamento do próprio motor e no desempenho do automóvel. Afinal, as impurezas do óleo velho ficam presas no sistema e nos filtros, o que pode causar vazamentos, a partir de pequenos rompimentos no filtro. 

Vale destacar que o óleo vencido fica oxidado, o que o impede de lubrificar os componentes e realizar a limpeza do motor. Ou seja, o fluido fica incapaz de cumprir suas funções conforme o esperado. Fique sempre ligado quanto ao óleo do seu carro. 

Pode só completar o óleo do motor ou precisa fazer a troca de óleo? 

É necessário trocar todo o óleo do carter, afinal, de nada adianta misturar o óleo novo com aquele que está velho e apresentado problemas, pois o fluido continuará sujo.

A seguir, fique por dentro sobre alguns erros bastante comuns quando o assunto é troca de óleo e evite-os para que o seu veículo possa ter um bom funcionamento.

  1. Limpar a vareta com estopa: este material pode deixar resíduos do óleo antigo, o que causa a contaminação do novo lubrificante – ou seja, de nada adiantaria a troca, se o óleo ficar sujo. O melhor caminho é utilizar papel absorvente para limpar a vareta durante o processo de troca de óleo.
  2. Completar o óleo: vale reforçar que colocar o óleo novo junto do antigo (que está sujo) é um péssimo negócio, pois o resultado é uma mistura contaminada, que comprometerá a eficácia e o desempenho do motor do automóvel. Lembre-se: quando for trocar o óleo, troque o fluido todo por um novo.
  3. Não respeitar o prazo para a troca do óleo: é importante ter em mente que todo fabricante de veículo aponta o prazo para troca do fluído, conforme consta no Manual do Proprietário – e é fundamental respeitar o prazo estipulado. De modo geral, o intervalo é feito a cada cinco mil quilômetros ou dez mil quilômetros. Mas e se o óleo for utilizado para além do período recomendado? Neste caso, ocorre a formação de borra, o que pode comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, afinal aumenta o atrito e o desgaste precoce.
  4. Uso de aditivos: pode lhe trazer mais dores de cabeça do que boa performance, pois compromete as propriedades do lubrificante, de modo a gerar a formação de depósitos no motor. Ou seja, usar aditivos é uma perda de energia e de dinheiro – e, principalmente, em tempos de crise ninguém quer perder recursos financeiros e nem ter prejuízo com automóvel. Vale lembrar que os óleos de boa qualidade disponíveis no mercado contêm um pacote de aditivos específicos na composição, de modo a ser suficiente e atender a todas as necessidades que seu veículo automotor venha a ter. 
  5. Permitir que o óleo pingue no motor: tome sempre muito cuidado ao manusear qualquer produto em seu veículo, pois, por exemplo, se pingar óleo no motor serão afetadas áreas mais críticas, como velas, câmara de combustão e catalisador. Se isso acontecer, prepare o bolso, pois haverá aumento nos custos de manutenção e nos gastos com combustível. Ou seja, prejuízo.
  6. Misturar lubrificantes na troca de óleo: eis aqui mais uma armadilha bastante comum e que pode trazer prejuízos. Vale dizer que, sim, é possível misturar lubrificantes de marcas distintas, porém elas devem ter exatamente a mesma base (como sintético, semissintético ou mineral), viscosidade e grau de API e SAE. Pode parecer tentador em um momento de emergência, como um vazamento, misturar os óleos, mas tal gesto pode prejudicar a eficiência da lubrificação, além de trazer consequências sérias ao motor. 
  7. Não trocar o filtro do óleo: é importante destacar que o filtro conserva, em seu interior, um volume residual de óleo já oxidado, que contamina o lubrificante novo, de modo a acelerar o processo de envelhecimento. Diante deste contexto, é necessário trocar simultaneamente o óleo e o filtro, para que as impurezas retidas não sujem o lubrificante novo.
  8. Transitar com o veículo com o lubrificante acima ou abaixo do nível: se o óleo estiver no mínimo, a lubrificação fica comprometida, pois aumenta a fricção entre as peças, o que, consequentemente, gera desgaste dos componentes do motor, perda de potência imediata, excesso de calor e talvez a fundição do motor. Já se o nível estiver acima do indicado, o óleo irá transbordar e, inevitavelmente, cair em locais e peças fora do sistema de lubrificação. É importante que o proprietário do veículo acompanhe o nível do óleo do automóvel e respeite seus limites e necessidades. 
  9. Bujão fechado indevidamente: trata-se do parafuso que fecha o dreno do cárter do óleo, peça fundamental para que vazamentos sejam evitados. Por isso é tão importante que um profissional qualificado e experiente faça a troca de óleo, para que o bujão possa ser fechado sem que fique frouxo nem com excesso de força na vedação.  
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Troca de óleo: Como saber se o óleo está velho?

Você já aprendeu neste artigo que a troca de óleo é fundamental, pois é este fluido o responsável pela lubrificação e pela refrigeração das peças internas do motor do veículo. Em virtude destas responsabilidades que o óleo do motor tem, é possível que o carro funcione de modo suave e eficiente.

Com os sentidos humanos, o condutor pode perceber se há algo de errado com o óleo do motor, como o surgimento de ruídos estranhos, superaquecimento, aumento do consumo de combustível, falhas na partida e perda de potência. Portanto, a dica é: esteja sempre atento!

A seguir, confira algumas dicas que o automóvel dá, indicando que deve ser feita a troca de óleo:

  1. Nível baixo do óleo: este é um problema bastante corriqueiro em veículos mais velhos, consequentemente, com alta quilometragem. A maior parte dos veículos queima pequenas quantidades de óleo por intermédio da operação do motor. Quando o nível fica mais baixo, é a prova de que o óleo ficou em operação no motor durante muito tempo. A solução para que o bom funcionamento do carro volte é a urgente troca de óleo.
  2. Óleo sujo: se o óleo estiver com uma coloração mais escura, chegando até mesmo a ficar preto, isso é um sinal de degradação do fluído – e de bastante uso do óleo do motor. Vale dizer que o óleo, quando está novo, apresenta cor clara, que lembra mel ou azeite. Se na hora de verificar o óleo, ele estiver escuro, a indicação é trocá-lo por um novo. 
  3. Quilometragem: o óleo sujo traz ainda outras consequências, como maior desgaste do motor, o que faz com que o prazo de vida deste componente essencial para o funcionamento do carro vá diminuindo. Quanto maior for a quilometragem, mais desgaste haverá e maiores as chances de precisar da troca de óleo. 
  4. Luz indicativa do óleo: essa você já aprendeu – se a luz que indica o óleo no painel acender ou piscar significa que o nível de óleo está baixo ou que este fluido está sujo. Esta luz costuma ser presente, sobretudo, nos modelos de veículos mais novos. 
  5. Luz para checagem do motor: outro sinal importante é a luz de verificação do motor ligar, quando o nível de óleo está baixo ou saturado. Não se esqueça: a condição do óleo é fundamental para o bom desempenho do motor. Fique ligado, quando surgir este sinal, vá ao seu mecânico de confiança. 

Aliás, é sempre importante frisar que, em qualquer dúvida sobre o funcionamento do seu veículo, seja um problema relacionado ao óleo ou a outros componentes e partes do automóvel, é essencial procurar o serviço de um mecânico profissional, em uma oficina especializada e de confiança.

O que o painel do seu carro comunica?

Há uma série de mensagens que o painel do carro passa ao condutor, feitas de forma simples, calcada em cores e símbolos. Nesta lógica, há uma hierarquia das cores no painel, de modo que as verdes indicam que o equipamento está ligado, as amarelas remetem a atenção que algum equipamento ou função do veículo está exigindo e, finalmente, a vermelha que avisam sobre uma falha grave.

Confira quais são as informações que podem ser encontradas no painel do carro:

  • Nível da reserva de combustível (amarela).
  • ABS (amarela). Se piscar, indica que o sistema que impede o travamento das rodas de frenagem está atuando. Já se ficar acessa o tempo todo, comunica que há algum problema no sistema e que o sistema não está funcionando corretamente. 
  • Luz de injeção (amarela), indica problema nos módulos eletrônicos que gerenciam o motor.
  • Sistema de direção (amarela).
  • Controles de tração e estabilidade (amarela).
  • Imobilizador (amarela), pode ser representado pela palavra “CODE”, por uma chave ou cadeado. Se acesa, indica que o módulo de gerenciamento do motor não encontrou a chave do automóvel. 
  • Desembaçador (amarela).
  • Monitor da pressão dos pneus (amarela).
  • Sistema de iluminação (verde ou amarela).
  • Bateria (vermelha).
  • Câmbio (vermelha).
  • Cinto de segurança (vermelha).
  • Freios (vermelha).
  • Óleo (vermelha).
  • Aviso de porta aberta (vermelha).
  • Temperatura do motor (vermelha).
  • Pisca-alerta (vermelha).

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